Um mês após o lançamento da Epic Games Store, que promete ampla competição com marketplaces digitais como Steam e Origin, o CEO da Epic Games e mente responsável pela criação do sucesso multijogador Fortnite, Tim Sweeney, figura na lista dos 500 bilionários da Bloomberg, ocupando a posição de 192 do ranking.

As estimativas não foram oferecidas por Sweeney, mas sim calculadas pela própria Bloomberg, que presumiu o valor com base em uma recente rodada de investimentos conduzida pela Epic Games, que trouxe ampla flutuação nas ações da publisher de Fortnite. Apesar de muito deste sucesso se dever ao jogo online, a Bloomberg ressalta que a Epic Games já era uma empresa incrivelmente bem-sucedida em suas aventuras anteriores, como a franquia de jogos Gears of War e o licenciamento do motor gráfico Unreal Engine, de propriedade da empresa e usado por inúmeras publishers no mundo inteiro.

O levantamento aponta que Sweeney possui um valor de mercado de US$ 7,16 bilhões, o que o coloca um pouco acima de figuras influentes como o criador da franquia Star Wars, George Lucas; e o filantropo, ativista e investidor George Soros. Evidentemente, Sweeney se encontra, porém, bem abaixo de Mark Zuckerberg, Jeff Bezos e Elon Musk.

Falando especificamente sobre Fortnite, o jogo foi lançado em 2017, mas alcançou seu auge em 2018, figurando como um dos maiores títulos disponíveis em sete plataformas: PC, Mac, PlayStation 4, Xbox One, iOS, Android e Nintendo Switch. Fortnite também foi o primeiro a trazer o crossplay universal, ou seja, é possível desafiar jogadores de outras plataformas, não correspondentes à sua. Isso se traduz em maior receita à Epic Games.

Fonte: Business Insider; Bloomberg

Inicialmente quando lançamos o Let’s Encrypt em nossos serviços de Hospedagem e Revenda, a ativação ocorrida de forma automatica, e caso o cliente precisasse de uma ativação manual, era necessário solicitar o suporte.

Felizmente o cPanel atendeu o pedido de muitos e liberou dentro do painel a opção para que o próprio cliente realize a ativação manual.

Lembrando: continua o mesmo requisito para que a ativação possa ocorrer, só é possivel ativar após os DNS estiverem configurados no domínio.

Caso você utilize os DNS do CloudFlare ou algum servixo similar, a ativação do SSL não funcionará. Utilize seus dns normais ou os da Super T Host.

Vamos lá.

Primeiramente, verifique se não existe algum certificado expirado ou alto assinado na sua conta, para isso entre em cPanel > SSL/TLS > Instalar e gerenciar SSL para seu site (HTTPS) > Gerenciar hosts SSL

Caso tenha certificados instalados, clique em detalhes e verifique se existe algum certificado auto assinado, caso exista, clique em desinstalar.

Após realizar a remoção dos certificados auto assinados, volte a tela inicial do cPanel e entre na opção SSL/TLS Status

Selecione todos os domínios que você deseja ativar o Let’s Encrypt e clique em Run AutoSSL

Pronto, seus domínios já estão com o SSL Let’s Encrypt ativo e valido.

A renovação ocorre de forma automática, mas caso seu domínio esteja com problema de DNS ou algo do tipo, basta realizar o último passo que o SSL será renovado manualmente.

Obs.: Domínios .TOP ainda não tem suporte do certificado Let’s Encrypt emitido pelo cPanel.

O Google vem investindo fortemente em infraestrutura no fundo do mar: em junho, a empresa ativou seu primeiro cabo submarino no Brasil para melhorar a conectividade na América Latina. Nesta terça-feira (17), a companhia anunciou os detalhes do Dunant, que liga os Estados Unidos e a França, com um detalhe importante: ele será o primeiro cabo transatlântico particular.

Em regra, os cabos submarinos intercontinentais, até por serem bem caros, são construídos em parceria com operadoras de telecom. O Monet, que liga o estado da Flórida às cidades de Fortaleza (CE) e Santos (SP), teve custo estimado em US$ 400 milhões e é gerido por um consórcio que inclui Google, Angola Cables, Algar Telecom e Antel, por exemplo. Por que o Google resolveu fazer um cabo particular desta vez?

Segundo o Google, há três motivos principais: o cabo pode ser projetado para oferecer o melhor desempenho e a menor latência para os clientes do Google, com uma rota que passe pelos data centers da própria empresa; a capacidade de banda é planejada de acordo com as necessidades atuais e futuras da companhia; e é possível garantir a conectividade por um certo tempo (um cabo submarino tem vida útil de 15 a 25 anos).

O Dunant, nomeado em homenagem a Henri Dunant, ganhador do primeiro Nobel da Paz e cofundador da Cruz Vermelha Internacional, liga a cidade de Virginia Beach (a empresa possui um data center no estado) à costa da França, o que deve melhorar a conectividade aos servidores do Google na Alemanha, nos Países Baixos e especialmente na Bélgica.

A expectativa é que o Dunant entre em funcionamento em 2020. Até lá, outros cabos submarinos com investimentos do Google deverão começar a operar, sendo dois deles no Brasil: o Tannat tem 2 mil km de extensão e complementa o Monet, ligando Praia Grande (SP) a Maldonado (Uruguai); já o Júnior vai ligar a cidade do Rio de Janeiro à Praia Grande. Ambos serão ativados ainda este ano.

A Samsung vai expandir uma fábrica de smartphones na Índia para torná-la a maior do mundo. Ela vai dobrar sua capacidade de 68 milhões para 120 milhões de unidades produzidas por ano; as obras serão concluídas até 2020.

A fábrica da Samsung terá 140 mil m² e fará desde smartphones de baixo custo — abaixo de US$ 100 — até a linha Galaxy S, diz a empresa em comunicado. Ela também poderá incluir outros aparelhos eletrônicos no futuro, como geladeiras e TVs.

A Samsung tem fábricas na Coreia do Sul, EUA e Brasil, mas o mercado de smartphones vem crescendo devagar nesses países. Por isso, a empresa está de olho na Índia: mais de 10% de sua produção total já é feita no país, e isso pode subir para 50% nos próximos três anos.

A venda de smartphones aumentou 14% na Índia durante o último ano, ritmo mais rápido entre os vinte principais mercados do mundo. Foi um total de 124 milhões de unidades, segundo a IDC, ficando atrás somente da China (e à frente dos EUA).

Por muito tempo, a Samsung foi a fabricante que mais vendia smartphones na Índia. Este ano, ela foi desbancada pela Xiaomi — que promete instalar mais três fábricas no país.

O primeiro-ministro Narendra Modi vem promovendo a iniciativa “Make in India” para atrair investimento direto estrangeiro; no ano passado, foram US$ 62 bilhões no total, incluindo reinvestimento.

Em um esforço para sobreviver à queda nas vendas de impressoras e copiadoras, a norte-americana Xerox aceitou repassar o seu controle para a japonesa Fujifilm. Estimado em US$ 6,1 bilhões, o negócio foi aprovado pelos acionistas das duas companhias.

Para ser exato, a Xerox Corporation será integrada à Fuji Xerox, joint venture que a empresa criou com a Fujifilm em 1962 para atuação na Ásia e que, portanto, existe há mais de 50 anos. A companhia oriunda do acordo atuará como uma subsidiária da Fujifilm, o que significa que, depois de mais 100 anos de história, a Xerox deixará de ser independente — a empresa surgiu em 1906.

A nova empresa preservará o nome Fuji Xerox e terá dois escritórios centrais, um nos Estados Unidos e outro no Japão. O negócio também permitirá que a Fuji Xerox tenha unidades em mais de 180 países. Em muitos deles, a marca Xerox (sem “Fuji”) será mantida, pelo menos por algum tempo.

Quando a transação tiver sido concluída, a Fujifilm passará a ser dona de 50,1% da nova companhia. Os atuais acionistas da Xerox ficarão com os 49,9% restantes. Com a integração das unidades de negócios, a expectativa é a de a Fuji Xerox economize US$ 1,7 bilhão até 2022.

O lado negativo dessa economia é que parte dela virá de demissões: até 2020, a Fujifilm vai eliminar 10 mil dos atuais 46 mil postos de trabalho existentes na Fuji Xerox.

Para a Xerox, um negócio desse porte teria que surgir cedo ou tarde: a companhia vinha sendo pressionada por estar amargando prejuízos nos segmentos de impressão e fotocopiadoras.

Já a Fujifilm está em situação mais confortável por atuar em diversas áreas. Por muito tempo, o foco da companhia foi o mercado de fotografia, mas, hoje, ela lida com equipamentos médicos, semicondutores, fitas de backup e por aí vai. Apesar disso, a compra da Xerox era necessária para melhorar a participação da companhia nos mercados de impressão e fotocópias.

Transformação digital (DX) ganhou tração nos últimos anos e é um processo que continuará em alta, pelo menos, pelos próximos três anos. A explicação para essa perspectiva é simples: nenhuma empresa vai se manter competitiva ou sobreviverá se não investir seriamente no processo de disrupção. Estimativa da IDC aponta que o nível de transformação digital será o principal qualificador das empresas líderes de mercado em 2020. Essa avaliação será definida por  um novo e exigente conjunto de indicadores que vai demandar uma melhora de 20% a 100% de desempenho no negócio, considerando produtos, serviços e experiências aperfeiçoadas digitalmente.

Para garantir que a empresa se transforme sem perder espaço e estratégia de negócio, o CIO deve conduzir o processo em parceria com outras áreas corporativas, que englobam estratégias, ferramentas e, sobretudo, o impacto no dia a dia dos colaboradores. Mais do que nunca, o CIO deve atuar como um real parceiro de negócios, tornando-o uma peça fundamental na transformação digital das empresas. A mudança deve ser estruturada pelos líderes da organização e com base em três pilares: infraestrutura, gestão e pessoas. Em outro artigo, explicarei melhor sobre o papel do CIO na condução desse processo.

Gestão: é preciso definir políticas e processos internos, o que requer a união de diversas áreas de negócio, especialmente Recursos Humanos, para construir um modelo de governança que mostre o ponto em que a companhia está e até que nível tecnológico ela vai chegar – incluindo planejamento, prevenção e mitigação de riscos. Nessa etapa, também é preciso fazer uma análise financeira para mensurar os impactos de redução ou aumento de custos para o negócio. Adotar as melhores práticas de gestão de TI e negócios (como ITIL, Six Sigma e Agile), garantirá uma padronização dos processos e fará com que o caminho rumo à  transformação digital seja seguro e claro para todos.

Infraestrutura: é fundamental conhecer o legado para definir quais mudanças serão implementadas e se o processo será interno ou por meio de outsourcing. Isso ajuda a construir um plano de risco para o projeto, de forma a antecipar potenciais problemas por meio de testes e outras ferramentas. Nesse processo é importante fazer uma avaliação detalhada da estrutura existente, preferencialmente utilizando avaliações de diversos especialistas, tanto de dentro da empresa quanto de parceiros confiáveis do mercado. Em todo tipo de análise, as avaliações carregam junto consigo preferências pessoais. Por isso, utilizar consultores internos e externos ajuda a equilibrar as recomendações, o que permite que as decisões sejam mais equilibradas.

Pessoas: trata-se do momento mais complicado, pois requer entendimento de prioridades, motivações e preferências, tanto em âmbito profissional quanto em pessoal de cada indivíduo. Pensar em transformação digital e presumir que todos os colaboradores e clientes vão se adaptar às mudanças facilmente e sem impacto em produtividade é um dos maiores erros que as companhias cometem. Uma coisa é certa: se as pessoas não adotam as mudanças, todo o investimento se perde.

As companhias que desenharem um projeto que inclua todos os pontos vitais para o fluxo de negócio – incluindo áreas estratégicas e  considerando os interesses e benefícios que a tecnologia trará para as mesmas -, irão alavancar o processo de transformação, chegando mais próximo dos conceitos digitais e se afastando do obsoleto e inexpressivo mundo analógico.

*Samir El Rashidy é Diretor de Soluções, Serviços e Pré-vendas para América Latina na Orange Business Services.