A gigante americana do e-commerce Amazon se agigantou ainda mais em 2016, realizando mais de 110 mil novas contratações nos últimos doze meses, revelou a empresa em seus resultados trimestrais divulgados nesta semana.

Com as novas contratações, a empresa contabiliza hoje mais de 341 mil funcionários ao redor do mundo, o que se devem, em grande parte, aos seus vários centros de distribuição espalhados pelo globo. Há cinco anos, a companhia tinha pouco mais de 32 mil funcionários.

Falando sobre a infraestrutura da empresa, Brian Olsavsjy, CFO da Amazon, afirmou que a companhia abriu 26 novos armazéns só no último ano, aumentando sua capacidade de entrega e atendimento em 30%. Só em sua sede global, em Seattle, nos Estados Unidos, a empresa emprega cerca de 25 mil funcionários.

“Tenha em mente que estamos adicionando à capacidade de entrega da Amazon e também construindo equipes em torno do Echo, Alexa, AWS, Prime Video e em muitos benefícios Prime que você vê. Mas o fator predominante ainda é o número de funcionários em nossa área de atendimento”, afirmou o executivo.

Ainda mais impressionante, no entanto, é que o crescimento da empresa ainda não dá sinais que desaceleração. Há duas semanas, a Amazon já havia anunciado que tem planos de criar 100 mil novas posições nos Estados Unidos nos próximos 18 meses, desde a área de desenvolvimento de software até logística de armazenamento. Com o recrutamento, a varejista deverá aumentar sua força de trabalho em tempo integral no país em mais de 50%, para mais de 280 mil funcionários.

Via: Geek Wire

No computador, estamos acostumados a passar boa parte do tempo acessando vários sites diferentes. No smartphone, o foco é mais em aplicativos, o que vem mudando ao longo do tempo por conta dos web apps — páginas da web que imitam um aplicativo, seja com um ícone em sua home screen, com o envio de notificações, ou uso dos sensores (GPS, por exemplo) do seu dispositivo.

Ainda que uma separação entre web e aplicativo seja bem visível, o Google está querendo mudar isso com testes no Chrome Canary para Android. Em uma atualização no projeto de Progressive Web Apps, que integra mais os web apps ao Android, o Google anunciou novidades interessantes que dão mais “cara de aplicativos” a sites da web.

Agora, quando um usuário adicionar um web app à tela inicial, ele também aparecerá na gaveta de aplicativos. O comportamento também será parecido, como mostra o gif abaixo, já que você pode arrastar o ícone para cima e ver informações como uso de dados e notificações, assim como um app comum. Observe que a tela de carregamento também é igual a de um aplicativo nativo do sistema.

Outros ajustes menores foram feitos para integrar melhor o web app. Se você tocar e segurar nas notificações de um aplicativo web, por exemplo, terá acesso às configurações de notificação do Android — e não aos ajustes do Chrome, como acontece hoje. Sem contar que agora o web app pode abrir um link que vem de outro aplicativo, assim como o app Twitter abre quando você clica num link do Twitter. Legal, né?

Como explica o Android Police, para testar a ferramenta, basta baixar o Chrome Canary no Google Play, abrir chrome://flags, procurar por #enable-improved-a2hs e ativar a opção. Depois é só reiniciar o aplicativo e abrir um desses Progressive Web Apps listados aqui. Quanto tempo até esse recurso chegar no Chrome estável?

Para sites e empresas de publicidade que dependem de anúncios online, 2016 foi um ano bem tenso. Um levantamento divulgado pela PageFair (PDF) mostra que o uso de ad blockers no mundo todo aumentou 30% no período. O Brasil contribuiu para as estatísticas, mas de maneira tímida: por aqui, bloqueadores de anúncios ativados foram identificados em 6% dos desktops e em 1% dos dispositivos móveis.

No total, 2016 terminou registrando 615 milhões de equipamentos com bloqueadores de anúncios ativos, com 62% destes (cerca de 380 milhões de dispositivos) representando smartphones e tablets.

Em relação aos dispositivos móveis, o uso de ad blockers é predominante na região da Ásia Pacífico: 94% dos bloqueios de anúncios registrados globalmente em 2016 vieram de lá. O destaque fica a Indonésia: ali, 58% dos dispositivos móveis têm bloqueadores de anúncio; a Índia aparece na sequência com 28%.

Na América, a situação é mais tranquila (ou menos pior). Os Estados Unidos, por exemplo, registraram presença de bloqueadores em 18% dos desktops, mas em smartphones e afins, a estimativa ficou em 1%. No Brasil, como você já sabe, o último número também é de 1%. O país da região que mais tem ad blockers ativos em dispositivos móveis é a Colômbia, com 2%.

Nos Estados Unidos, os principais motivos para uso de bloqueadores é a preocupação com a segurança (temor de anúncios que apontam para malwares) e o incômodo com as interrupções de anúncios invasivos. Já na Ásia Pacífico, os custos com acesso à internet são mais significativos para boa parte da população.

Esse aspecto ajuda a explicar a discrepância: em países como a Índia, bloqueadores são bastante usados para economia de tráfego de dados e melhora da velocidade em conexões que, frequentemente, não são boas.

Mas a PageFair acredita que América Norte e Europa poderão experimentar um aumento significativo de bloqueios de anúncios em dispositivos móveis se fabricantes e operadoras de telefonia começarem a distribuir aparelhos com ad blockers ativados por padrão. Bom, isso deve valer para qualquer mercado, inclusive o brasileiro.

Não há indícios de que ativação padronizada será feita massivamente, mas a PageFair dá a entender que essa é uma possibilidade que não pode ser ignorada.

O mercado está atento, de todo modo. Uma das estratégias que estão sendo utilizadas por editores em todo o mundo é a implementação de técnicas que impedem a visualização do conteúdo quando um bloqueador de anúncios está ativado. Mas parece que essa tática não tem dado muito certo: segundo a PageFair, 74% dos usuários simplesmente desistem de acessar a página quando isso acontece.

Convém, todavia, tomar cuidado com o tom alarmante do levantamento, afinal, a PageFair é uma empresa que ganha dinheiro ajudando editores e anunciantes a recuperar a receita perdida com bloqueadores de anúncios. Nesse sentido, essa “catástrofe” no mercado da publicidade online soa benéfica para ela.

Como dá para perceber, esse é um assunto que ainda vai dar muito pano pra manga.

Em Outubro de 2015 efetuamos a redução da tarifa do boleto, a taxa antiga era 3 ~ 4% sobre o valor da fatura + R$ 1, e nessa redução de Outubro foi removido a porcentagem mantendo apenas o valor de R$ 1.

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Seguindo os padrões do Banco Central e como prometido em Outubro, a partir de agora nossos boletos são do tipo registrado e não contam mais com a tarifa de R$ 1, se seu serviço tem o valor de R$ 9,95, seu boleto será exatamente R$ 9,95 (se a fatura estiver em dia). Com os boletos registrados, seu pagamento ficará mais seguro, já que diminui o risco do cliente ter o boleto alterado devido a um malware em seu computador que possa tentar alterar o código de barras do boleto.

Como os boletos agora são registrados, é necessário que todos dados estejam inseridos corretamente na Central do Cliente. O problema mais comum que identificamos durante o período de teste foi com alguns clientes que preencheram o campo telefone com espaços e traços. Caso apresente o erro ao emitir o boleto, verifique se o seu telefone foi inserido com o DDD e sem espaços, traços e parenteses. Por exemplo: 2141254334

Obs.: Faturas inferiores a R$ 9 não será mais possivel pagar via boleto, caso você tenha uma fatura abaixo desse valor, favor efetuar o pagamento pelas outras formas disponíveis no site, como: Deposito, Transferência Bancaria, Cartão de Credito, PagSeguro, etc.

Sobre vencimentos:

Muitos clientes confundem o vencimento da fatura com o vencimento do boleto. Como a maioria deve saber, caso a fatura não seja paga, em 3 dias após o vencimento da fatura o serviço é suspenso, porém muita gente emite um boleto nesse segundo dia e repara que o boleto está com vencimento para daqui a 3 dias, e acaba esperando esse prazo achando que o prazo foi entendido.

O vencimento do boleto é referente apenas a validade daquele papel/documento. O vencimento que irá causar a suspensão do seu serviço por atraso é o vencimento da fatura na Central do Cliente.

Ou seja, fique sempre atento ao vencimento da fatura. As faturas na Super T Host são geradas 8 dias antes do vencimento, ou seja, há um grande prazo para que o pagamento possa ser efetuado sem atrasos, multas e risco de suspensão. Vencimento não é dia de pagamento, no vencimento sua fatura já se encontra em atraso.

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A partir de agora, todos nossos planos de Hospedagem de Sites e Revenda de Hospedagem contam com Certificado SSL gratuito assinado pelo Let’s Encrypt.

O que é o Let’s Encrypt?

O Let’s Encript é um projeto encabeçado pela Linux Foundation com o intuito de popularizar e difundir a utilização de criptografia na web ao facilitar e a aquisição e instalação de certificados SSL assinado por uma autoridade certificadora.

Qualquer um que já precisou tornar um website mais seguro através da instalação de um certificado SSL sabe que não se trata de uma tarefa trivial. Além, disso, como não é algo que fazemos diariamente, fica difícil lembrar os passos necessários na hora que precisamos, certo?

Com o Let’s encrypt não há a necessidade de emails de confirmação, certificados expirados quebrando seu site ou configurações complexas. O próprio cPanel cuida de tudo isso para você. Além de tudo, os certificados emitidos pelo Let’s Encrypt são gratuitos e, portanto, não há pagamento envolvido nem necessidade de IP Dedicado.

Se você já é cliente da Super T Host nos planos de Hospedagem ou Revenda, o certificado já se encontra ativo em sua conta. Caso você ainda não seja cliente e pretenda ser, a ativação do SSL ocorre de forma automática dentro de algumas horas após a assinatura do serviço, porém você pode solicitar prioridade abrindo um ticket na Central do Cliente onde nossa equipe aplica ele manualmente em sua conta o mais rápido possivel.

Nos links abaixo você pode conferir nossos planos e efetuar a assinatura, nossos serviços de Hospedagem e Revenda contam com teste grátis!

Obs.: Para que o Certificado seja ativo e funcione corretamente é necessário que o domínio esteja apontado para os DNS corretamente, a conta não esteja suspensa, com disco cheio ou qualquer outro limite excedido.

Caso você utilize os DNS do CloudFlare ou algum servixo similar, a ativação do SSL não funcionará. Utilize seus dns normais ou os da Super T Host.

Domínios .TOP ainda não tem suporte do certificado Let’s Encrypt emitido pelo cPanel.