Dentro e fora do ambiente corporativo, seja em computadores pessoais, redes ou smartphones, os riscos e armadilhas do ambiente digital estão presentes em nosso dia a dia. Um mundo novo, cada vez mais admirável, mas também proporcionalmente mais perigoso e hostil para aqueles que não se preparam e não utilizam da maneira correta a web — ou sistemas — e suas mais diversas possibilidades.

Os cuidados podem começar pela instalação de antivírus básicos. Atitude simples, mas negligenciada por 10% dos computadores conectados à internet em plena idade mídia. Soma-se a isso, o uso de senhas frágeis e o hábito de alguns usuários, na ânsia por segurança adicional, permitirem mais de um software de proteção rodando ao mesmo tempo nas máquinas, causando lentidão e, claro, a sobreposição de funcionalidades, o que pode, inclusive, comprometer o funcionamento dos antivírus.

Se em redes domésticas e/ou computadores pessoais o risco é iminente, o que dizer dos múltiplos riscos a que os sistemas de TI estão permanentemente expostos?

Segundo estudo da FireEye, divulgado em 2015, os ataques avançados a redes de computadores brasileiras são as maiores e mais bem-sucedidos da América Latina. Os setores químico, de manufatura e mineração são as principais vítimas dos cibercriminosos. Motivo de sobra para ficarmos atentos e redobrarmos a atenção, além de implementar soluções de segurança, acesso e gestão confiável de dados e arquivos, bem como de quem os visualiza e/ou edita.

Em um momento de crescente e mais do que necessária democratização de dados, salvar, compartilhar, editar e acessar arquivos remotos é algo absolutamente vital para empresas de todos os portes, dos mais variados mercados. Mas como fazer isso com segurança?

Existem ferramentas acessíveis e muito funcionais, que permitem a gestão e o controle de acesso a locais específicos, definindo com clareza e deixando o registro de quem pode acessar e editar determinadas informações, com a emissão de alertas para atividades suspeitas, geração de relatórios e sugestão de correções.

Com a correta gestão de privilégios, atualização e manutenção dos sistemas e aplicações de segurança, tudo funcionará melhor, e os preciosos dados de sua empresa estarão salvaguardados e íntegros.

* Miguel Carbone é CEO da MC – The New World Technology, empresa focada em IA, analytics, banco de dados e IoT.

Por gerações as empresas foram vistas como organizações, onde o dinheiro, os processos, os bens, a produção e o lucro definiam o core das corporações e eram base para a definição das metas e valores. Mas, na verdade, empresas são organismos vivos, e possuem valores, desejos, anseios, inseguranças e uma infinidade de outras características humanas. O motivo é simples: as empresas são feitas por um coletivo de pessoas que formam a alma, os valores, os hábitos e comportamentos da empresa como um todo. E quando essa cultura corporativa não está alinhada com a cultura individual de seus funcionários, o ambiente corporativo é tomado por desmotivação, desinteresse, desentendimento, desvalorização e baixa produtividade entre outras.

Richard Barrett, durante a primeira conferência Crescimentum Leadership Summit, define esse desalinhamento como Entropia Cultural. Entropia, na física, é uma forma de medir a desordem ou grau de agitação das moléculas. Ou seja, a Entropia Cultural é uma forma de medir a agitação ocasionada devido divergência entre os valores corporativos e os valores individuais de seus funcionários. Barrett ainda sinalizou que quando a Entropia Cultural é alta a produtividade entra em queda, interferindo no lucro das empresas de forma negativa. E que o contrário também ocorre.

Como exemplo, a Pesquisa Nacional de Valores 2017, realizada por Barrett com o apoio da Crescimentum/DataFolha, revelou que o principal valor que define o Brasil é a Corrupção, mas entre os principais valores pessoais dos brasileiros está a honestidade. Somente este desalinhamento já gera uma enorme Entropia Cultural, seja no âmbito político ou corporativo. Tanto que, em uma simulação corporativa ocorrida durante o evento, o principal valor corporativo apontado pelos participantes deveria ser a Ética. Sendo que Ética deveria ser uma premissa tão básica, um valor tão primordial e profundo, que não precisaria nem ser citado.

Na contramão desta pesquisa, empresas com valores mais humanos e éticos despontam como destino desejado por talentos, e possuem alta produtividade, engajamento, motivação, ambiente positivo e uma série de outras características que tornam essa empresa diferenciada, promissora e altamente produtiva.

Por fim Paulo Alvarenga, sócio-diretor da Crescimentum, enfatiza que a cultura corporativa é um espelho de seus líderes. Ou seja, para mudar a cultura corporativa, “ou os líderes mudam, ou mudam-se os líderes.” (Richard Barrett).

Você deve estar se perguntando: “E eu com isso?”. Neste caso, talvez você não esteja trabalhando na empresa certa ou talvez não esteja sendo o líder que deveria ser.

A cidade de São Paulo está dando os primeiros passos para a cobrança de impostos sobre serviços como Netflix, Spotify e outros. Foi encaminhada pelo gabinete do prefeito João Dória à Câmara Municipal da cidade uma proposta de lei que normatiza a cobrança do ISS (Imposto Sobre Serviços) para plataformas de streaming. A taxação deve ser de 1,09% em relação ao valor contratado.Continue reading

A Uber aceitou nesta terça-feira (15) um acordo com a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos para rever sua política de privacidade em relação a clientes e motoristas. Com a decisão, a investigação que estava em andamento sobre essa questão será encerrada.

A empresa havia declarado inicialmente que monitorava o acesso de funcionários a dados de clientes e motoristas. Mas a Comissão de Comércio alegou na denúncia que os procedimentos não estavam sendo cumpridos.

A Uber desenvolveu, em dezembro de 2014, um sistema que monitorava os acessos aos seus dados. Dessa forma, a empresa teria condições de informar se alguém estava recolhendo informações privadas e confidenciais. Mas esse programa foi interrompido há menos de um ano e a fiscalização deixou de ser feita.

Esse era o ponto da denúncia da Comissão de Comércio. O acordo encerrou a investigação e determinou algumas medidas que a empresa terá que tomar. Uma delas exige a implantação de um programa de privacidade, cujas auditorias devem ser enviadas à Comissão. Outra medida determina que a Uber não pode adulterar o acesso às informações pessoais dos usuários que estão armazenadas, como também tem que assegurar esses dados.

Fonte: Reuters

Uma nova startup está prometendo oferecer aulas de inglês através do Messenger do Facebook. A ideia é da DATA H, nova empresa que atua na pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial. De acordo com ela, o serviço, batizado de Mr. Turing, utiliza de técnicas de educação adaptativa para alimentar um bot para oferecer aulas personalizadas, baseadas no nível de conhecimento de cada aluno.

“Quem já fez aulas de inglês sabe que cada um tem seu ritmo e agendar aulas particulares para quem não tem muito tempo é sempre um problema. Isso sem contar a vergonha de falar errado ou cometer gafes ao praticar um novo idioma. As aulas de inglês com o Mr. Turing facilitam tudo isso a um custo muito baixo”, explica Marco Aleixo, desenvolvedor responsável pela ferramenta.

Com a utilização de machine learning, o bot é capaz de reorganizar e adaptar o conteúdo das aulas com base no desempenho de cada pessoa. A proposta desse sistema de aprendizado é que o aluno reduza, de forma gradativa, a utilização de palavras em português durante as conversas por texto.

Mas, o Mr. Turing não se limita apenas ao que é digitado, pois o serviço também possui suporte ao envio de mensagens de áudio para treinar a pronúncia do usuário, que é essencial para desenvolver a habilidade de conversação.

Para mais detalhes, visite a fanpage do Mr. Turning, clicando neste link.

Via: DATA H